A inteligência artificial está mudando o trabalho, a educação, a ciência, a arte e nossas relações. Mas Totem parte de outra perspectiva: a verdadeira revolução não está apenas nas máquinas que construímos, e sim nas perguntas que elas nos obrigam a fazer.
Ao percorrer as múltiplas faces da IA, Walter Longo vai além da tecnologia para refletir sobre seus impactos econômicos, sociais, culturais e, sobretudo, humanos.
O Totem, símbolo ancestral de transcendência, surge como metáfora dessa nova inteligência: não como objeto de adoração ou medo, mas como um espelho de nossas virtudes, fragilidades e contradições.
Porque, diante de máquinas cada vez mais inteligentes, a pergunta mais importante já não é o que elas serão capazes de fazer.
É o que continuará nos tornando humanos.