Este não é um livro de respostas fáceis. É um tribunal aberto, onde conceitos aparentemente intocáveis — igualdade, justiça, liberdade, responsabilidade — são chamados a depor diante da história, da filosofia, da biologia e da tecnologia.

Aqui não se busca conforto, mas desconforto. Não se oferece veredito, mas dúvidas. Cada capítulo expõe tensões que atravessam nossa civilização: a promessa e a falha da meritocracia, a sedução e a ilusão do paternalismo, o avanço da biotecnologia e da inteligência artificial, o valor crescente das competências humanas que não podem ser digitalizadas.

Ao longo da leitura, o leitor se tornará parte do júri: chamado a refletir, questionar e, sobretudo, resistir à tentação das certezas prontas. Pois talvez o verdadeiro patrimônio da humanidade não seja a igualdade nem a justiça em estado puro — mas a coragem de continuar duvidando.

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